Internet gera riquesas entre jovens do mundo
Segundo informou o blog espanhol Bitelia, o jornal El Pais divulgou uma lista de jovens empreenderores espanhóis que se aventuraram na rede, se deram bem Leia o post completo. Isso mostra que não é só nos Estados Unidos que nascem grandes idéis que geram grandes riquesas. Aqui no Brasil, essa tendência já existe à alguns anos, como é o caso de empresas como Buscapé. O mercado digital vêm criando milionários por todo o globo, e esses mesmos novos impérios, em alguns casos, já superam empresas da velha economia. Esses jovens, em grande parte, já convivem com o ambiente digital desde cedo, e por isso a facilidade para criar.









Abril 12, 2008 em 7:33 pm
A Internet com a rede bloguista e outros recursos tornou-se um Super-Livro, em que você procura, lê, vê, compra, fala, troca (idéias, etc); paradoxalmente tornando-se a resposta da espécie humana à destruição da Biblioteca de Alexandria.
Vamos ver um utilíssimo episódio ocorrido num site de um dos amigos …
“Meio doido” … (resposta: comentário dum comentário sobre uma exposição que utilizou um dos milhares de cachorros e seres humanos jogados nas ruas).
Referência: site Palavras Sussurradas. Vide: Comentários.
Para desapontamento de uns, a Natureza não fez-me “meio”, fez-me inteiro mesmo … para contentamento de algumas(talvez).
Se houver a grandeza e o perfil humano necessário pra perceber; a oportunidade é essa.
Tanto lá naquela pequena região onde algum episódio estranho ocorreu (no meridiano do tempo) e que conturbou de vez o Império Romano, quanto num pequenino site, surge a chance de o ser humano olhar-se de uma maneira beeemmm extraordinária.
É o que vamos ver …
E um time que considero autênticos no esforço de seus méritos (Abbadon, André, T. Rex) pode definir de vez sua competência colocando sua percepção à toda prova.
Pareceu-me, assim por alto, que houve na interpretação do comentário que fiz a impressão de que se estava criticando o povo judeu.
Antes vamos tomar um pouco de água com açúcar …
09:05 da manhã, Ibirapuera (SP). O ar parece fremir levemente com os gestos calmos e suavizados dum grupo de Tai Chi Chuan; então uma figura esquisóide com um baita cachorro passa e, pára quase em frente ao grupo, o cão pisa e repisa um canteiro com um placa escrita: begônias recém-plantadas - cuidado. Depois ele vai e faz um monte bem bonito e enroscado e de um perfume agradabilíssimo. Alguém diz: “Puxa, assim fica difícil!”. A figura num ar de tremenda dona do mundo rebate na mais excelente educação: “Não gostou? Come.”
Todos ali eram eximiamente treinados para “sossegar leões”, mas ficaram impactados diante daquela magnífica aberração cívica. Ali se podia cantar o pau, mas preferiu-se deixar pra lá, afinal às vezes faz mal até encostar em coisas assim.
Precisamos nos aperceber que cães, passarinhos, são seres vivos, e há custo biológico em qualquer cativeiro ou simbiose, por mais lindinho(a) que for.
Mais um pouquinho de água com açúcar …
Entre 1998 e 2004 uma garotinha foi seqüestrada e uma lista imensa de pessoas varou a Internet repassando a mensagem desesperada da mãe implorando que fizéssemos alguma coisa, divulgássemos, repassássemos.
Eram umas dez horas da noite quando abri a caixa de e-mail, e tava lá a aflição da mulher, a foto da garotinha e informações do acontecimento.
Das dez às 02:00h da madrugada o Pensador se aplicou no que podia ser feito em imediatíssima urgência. E assim que definiu informações táticas que podiam ser executadas com uns seis telefonemas pela pessoa que enviou o e-mail, completando mais umas quatro horas de empenho civil de pessoas influentes (a menina era de família judia e com alguma influência na área jurídica) reenviou-se o e-mail indicando que poder-se-ía instaurar um tal engate de pressão que poderia culminar no encontro da menina. E o que se deu? Um e-mail resposta severo indicando que “damos um pouco de atenção às pessoas (amigas, frize-se), mas não podemos deixar os episódios interferirem em nosso dia-a-dia; em suma, em nossas vidas (“polidas” ou filhadaputamente ao descaso ou à “paz” com botão liga-desliga de todos de cabeçinhas formatadas). Uma beleza de reprimenda. A mãe da menina por certo concordaria felicíssima. E o Pensador sentiu-se meio patético, meio doido.
Agora … Vamos brincar de cobra-cega? …
No que a postagem do site focou temos o que podemos chamar de exposição-espelho. Ela refletiu o descaso. Observe-se beeemm.
E, agora é que são elas …
E, nos comentários se refletiu a hipocrisia. (Não tem outro jeito, não posso amainar isso aqui, tem algo muito no nosso íntimo que quero atingir, é onde nos pegaram há muito tempo, e estão nos destroçando de vez agora). E é onde as religiões, todas, se tornaram corrosivas por nos esconder de nós mesmos e afastar-nos da consciência, adulando-nos e explorando nosso pronto sossego de cinismo, e lucrando com nossa vaidade escondida em nossas feitinhas máscaras de hipocrisia.
E, um certo pedantismo refletiu-se o gostinho que vem da pseudo-autoridade de se mover um ou qualquer botão de comoção social.
Observem. Observemo-nos. Por que é aqui mesmo que está a chave de compreensão do que aconteceu lá naquela região do oriente médio, e a manipulação que procedeu ao daninho quadro psicológico que maltratou muito nossa civilização.
Vê quem quer. Nos doemos todos quando nos foi mostrada/citada a cena da exposição por alguém. Mas quem perguntou mais que meramente o por quê da cena (da e na exposição)? Ora, ela é chocante. E nos causa mal-estar (vista depois: notem como nos alvoroçamos; “nós não somos assim”). E reagimos violentamente contra o expositor, e nos poupamos. Essa é a hipocrisia. Uma vez atiçada ela pode ser manipulada. Os “ministruzinhos”com suas manhas teológicas e pastores e padres sabem exatamente como manobrar isso; e uma moça sentiu mesmo um pouquinho desse pseudo-poder; na ocorrência inflamada dos comentários.
Aqui é que é necessária a nossa grandeza de simplicidade. A que os fanáticos não chegam, nem se forem sacudidos. Sejam eles quem for.
Será que conseguimos ver? Aí está o ponto em que danaram e danam nossa Sociedade. Em que cometemos os maiores absurdos porque temos os ouvidos pra escutar o que é daninho e um embaçamento nos olhos que não nos deixa ver nada com consciência.
No episódio que não sabemos se foi um levante instruído por lições dos anciãos contra a escravidão e pulhismo no Império Romano ou por um homem que tenha declarado essas lições visivelmente inferidas em reminiscências que passam pelos Egeus, por Ur, pela China, pelo Egito, etc.; e que infelizmente não chega a nós como Sabedoria de nossa ancestralidade, mas como ferramenta de manipulação psicológica (com total desvirtuamento de diretrizes instrutivas — são largamente distribuídas mas nos chega em formato de violenta coerção psicológica, tornando-as inibitórias, escravizadoras, com um altíssimo poder destrutivo da emanação de liberdade que norteia o ser humano).
Então, é aqui que pergunto ao time-suporte que citei lá em cima, e pergunto às pessoas que se consideram mesmo humanas: Será que não é hora de pesquisar, com a competência que temos agora as reminiscências de nossa Sabedoria, e mostrar em autênticos tratados os nossos dados antropológicos no que concerne à Sabedoria da nossa espécie? Para assim abrirmos de vez a inteireza da Ciência em prol de nosso bem-viver? Porque a Natureza tem um capricho insuplantável: mesmo que nos destruíssem a Biblioteca de Alexandria e muitos acervos imprescindíveis como os de Mendel (Bio-Genética), temos agora instrumentos magníficos como a Internet (vejam como o orkut e a rede bloguista reúne em um só acervo, vídeos, fotagens, idéias geniais, simplórias, etc).
Estamos num momento tão crítico da história humana que não podemos nos dar ao luxo de evitar que aqui ou ali nos cubram de pauladas, e, podemos pensar um pouco para não agirmos igualzinho aos playboys descritos por Gabriel Pensador, que na falta completa de reflexão se irritam com índios, ou agora bonitinhos “educadinhos” se irritam com a liberdade de comunicação como detectou o T. Rex.
Vou precisar de umas férias.
Haddammann Veron Sinn-Klyss