Abril 25, 2008
Recebi uma mensagem de e-mail com o conteúdo abaixo, e gostaria de compartilhar com todos os leitores.

Imagem de onde foi visto o padre.
The New York Times: Padre sobe, bolsas caem.
O Globo: Caos aéreo: Piloto confirma “quase colisão” com padre.
Diário de Bogotá: Padre desaparecido pode estar em poder das FARC.
Gazeta de Madrid: Zapatero avisa: Se padre entrar na Espanha, será deportado.
Diário de La Paz : Evo Morales recebe padre e pede reajuste para encher os balões de gás.
Diarinho: Padre maluco se escafedeu com balões de festinha.
Corrieri de la cera: Vaticano apóia balão, mas condena camisinha.
Washington Post: Hillary vs. Obama: Padre irá desempatar a disputa.
Beijing News: Governo Chinês confisca as imagens da queda do balão do padre no Tibet e afirma que não houve violência.
Beijing News (edição extra): Governo chinês diz que padre já está treinando para a cerimônia de abertura dos jogos olímpicos.
Israel: Resbolah diz que “padre voador” é um deboche à Maomé e promete novos ataques terroristas.
Correio Braziliense: Oposição diz ter provas de que os balões foram comprados com cartão corporativo.
Diário do Equador: Governo confirma que balão foi abatido pelo exército.


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Escrito por Roberto Sena
Abril 25, 2008

Sem ofender os palmeirenses, santistas, ou quaisquer outros que venham a se incomodar com o título desse post, não tenho a intenção de rotular ninguém de corintiano, mas brasileiro parece mais torcedor do time do parque São Jorge, o que quero dizer é que em todo canto tem um, e pelo mundo não é diferente. Estava observando por onde algumas pessoas da qual fiz amizade estão, e notei que até amigo se tornou uma coisa global, ou seja, a globalização de amigos é fato.
Em busca de novas oportunidades, muitos brasileiros se aventuram por terras estrangeiras amistosas, outras inóspitas. Comecei a analizar e percebi que uma grande porcentagem de contatos da rede residem em outros países, e que graças à esse fenômeno chamado internet, é possível manter-se em contato permanente e instantâneo.
Outro dia mesmo, através de blogs conheci um brasileiro que reside no Líbano, e que tempos atrás, quando o país havia alcançado o auge da crise com Israel, estava exibindo na rede o lado que a imprensa local não mostrava, claro, se o governo local soubesse, talvez esse cidadão já estivesse morto.
Presenciamos diariamente brasileiros se espalhando no mundo com uma rapidez que mais parece a dengue no Rio de Janeiro atualmente. Essa tamanha facilidade deve-se à nossa cultura, ou seja, temos fama mundial de um povo alegre, e de fácil adaptação entre outros povos e culturas, afinal de contas, em busca de novos horizontes e novas chances quem não se adapta? Mesmo diante do fato de que é necessário ser assim, muitos povos não conseguem se encaixar no meio de uma cultura nova. Isso só me leva a ter a certeza de que somos verdadeiros camaleões.


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Escrito por Roberto Sena